- Remarketing é anunciar para quem já interagiu com a marca: no site, em vídeos, nas redes ou na sua lista de clientes.
- Os públicos mais úteis separam as pessoas pelo que fizeram, como ver um serviço ou começar um formulário.
- Cada etapa pede uma mensagem diferente.
- Limite a frequência e exclua quem já converteu.
- O remarketing depende da tag do Google e do Pixel da Meta, que só podem marcar quem aceitou os cookies.
Como funciona o remarketing
Quando alguém visita o seu site, a tag do Google e o Pixel da Meta registram a visita, se a pessoa aceitou os cookies. A partir disso, você cria públicos, como "visitou a página de preços nos últimos 30 dias", e mostra anúncios só para eles no Google, no YouTube, no Instagram e no Facebook. No Google, essas listas hoje fazem parte dos chamados segmentos de dados.
Também dá para criar públicos sem visitas ao site: pessoas que assistiram aos seus vídeos, interagiram com o seu perfil no Instagram ou estão na sua lista de clientes.
Públicos que valem a pena criar
- Visitou uma página de serviço ou de produto, mas não entrou em contato.
- Começou um formulário ou colocou no carrinho e não terminou.
- Assistiu a boa parte de um vídeo, sinal de interesse real.
- Interagiu com o perfil no Instagram ou no Facebook.
- Clientes atuais, para oferecer outros serviços ou para excluir das campanhas de aquisição.
Uma mensagem para cada etapa
- Quem só conheceu: mostre provas, como casos, depoimentos e bastidores.
- Quem comparou: responda às objeções, como prazo, garantia e forma de pagamento.
- Quem quase converteu: facilite o último passo, com um lembrete, um atalho para o WhatsApp ou uma condição por tempo limitado, se ela for real.
Frequência e exclusões
Ver o mesmo anúncio todo dia cansa e pode virar antipatia pela marca. Limite quantas vezes a pessoa vê o anúncio, troque os criativos com frequência e defina por quanto tempo alguém fica no público. Exclua quem já converteu, para não pagar por quem já é cliente.
Privacidade, cookies e LGPD
- A tag e o Pixel só devem marcar quem aceitou os cookies de publicidade no aviso do site. Ferramentas como o modo de consentimento do Google ajustam o comportamento das tags conforme a escolha.
- A política de privacidade precisa explicar o uso de cookies de publicidade.
- Listas de clientes são enviadas às plataformas de forma criptografada, mas você precisa ter base legal para usá-las.
Como medir sem se enganar
O remarketing costuma mostrar um custo por conversão baixo, porque fala com quem já estava perto de decidir. Parte dessas pessoas compraria de qualquer jeito. Compare períodos com e sem remarketing, ou use os testes das próprias plataformas, para entender o ganho real. Veja também o guia de gestão de tráfego pago.
Escrito pela equipe da OWLIN, agência de marketing digital e produtora audiovisual em atividade desde 2019. O conteúdo parte da documentação oficial das plataformas citadas e do que aplicamos no dia a dia com os nossos clientes.
Perguntas frequentes
Remarketing incomoda as pessoas?
Pode incomodar se a frequência for alta ou se o anúncio continuar depois da compra. Com limite de frequência, mensagens variadas e exclusão de quem já converteu, ele tende a ser útil para quem ainda está decidindo.
Preciso de muitas visitas para fazer remarketing?
As plataformas exigem um tamanho mínimo de público para veicular. Sites com pouco tráfego podem usar janelas de tempo maiores ou públicos de engajamento nas redes e nos vídeos.
Dá para fazer remarketing sem site?
Dá, com públicos de quem interagiu com o seu perfil, assistiu aos seus vídeos ou está na sua lista de clientes. Com site e medição, as opções aumentam.