- A segmentação é profissional: cargo, função, senioridade, setor, tamanho e nome da empresa.
- Os formatos principais são conteúdo patrocinado, mensagens, anúncios de texto e formulários de geração de leads.
- O custo por clique costuma ser mais alto que em outras redes; compensa quando o valor do cliente B2B justifica.
- Ofertas de valor, como diagnóstico, material técnico ou evento, funcionam melhor do que "compre agora".
- Meça com a Insight Tag e acompanhe no comercial quantos contatos viram oportunidades.
Por que anunciar no LinkedIn
No LinkedIn, as pessoas informam onde trabalham, o cargo e o setor. Isso permite anunciar só para quem decide ou influencia a compra: diretores de RH de indústrias, gestores de compras de redes de varejo, sócios de escritórios de contabilidade. Para quem vende para outras empresas, essa precisão é difícil de conseguir em outras redes.
Opções de segmentação
- Cargo, função e senioridade: por exemplo, gerentes de marketing ou diretores financeiros.
- Empresa: setor, tamanho e até uma lista de empresas específicas, para campanhas focadas em contas-alvo.
- Competências e grupos, conforme o que a plataforma oferecer no momento.
- Públicos correspondentes: visitantes do seu site (com a Insight Tag instalada), listas de contatos e pessoas que interagiram com os seus anúncios.
Cuidado para não estreitar demais: a plataforma exige um tamanho mínimo de público para veicular, e públicos muito pequenos encarecem a campanha.
Formatos de anúncio
- Conteúdo patrocinado: aparece no feed, com imagem, carrossel, vídeo ou documento.
- Anúncios em mensagem: chegam na caixa de mensagens. Funcionam para convites a eventos e conversas específicas, com moderação.
- Anúncios de texto e dinâmicos, na lateral do LinkedIn no computador.
- Formulários de geração de leads: o formulário abre dentro do LinkedIn e já vem preenchido com dados do perfil, o que reduz o esforço de quem se cadastra.
Quando vale o investimento
O clique no LinkedIn costuma custar mais caro do que no Instagram ou no Facebook. A conta fecha quando um cliente novo vale muito, como em contratos recorrentes, serviços para empresas e vendas de ticket alto, e quando o público é difícil de alcançar com precisão em outro lugar. Para vendas rápidas e baratas ao consumidor final, outras plataformas costumam render mais.
O que oferecer no anúncio
Quem está no LinkedIn raramente compra no primeiro clique. Ofertas que começam a conversa funcionam melhor: um diagnóstico, um estudo do setor, um material técnico, um convite para um evento ou uma demonstração. Depois, campanhas de remarketing e o time comercial dão sequência.
Como medir
- Instale a Insight Tag do LinkedIn no site para medir conversões e criar públicos de remarketing.
- Integre os formulários ao sistema de vendas, para o comercial atender rápido.
- Acompanhe quantos contatos viraram reuniões, propostas e contratos. No B2B, o ciclo é longo, e o custo por contato sozinho engana.
Para entender como o LinkedIn entra junto com outras plataformas, veja o guia de gestão de tráfego pago.
Escrito pela equipe da OWLIN, agência de marketing digital e produtora audiovisual em atividade desde 2019. O conteúdo parte da documentação oficial das plataformas citadas e do que aplicamos no dia a dia com os nossos clientes.
Perguntas frequentes
LinkedIn Ads funciona para pequenas empresas?
Funciona se a empresa vende para outras empresas e um cliente novo vale o suficiente para pagar o custo maior por clique. Comece com um público bem definido e uma oferta clara.
É melhor LinkedIn Ads ou Google Ads para B2B?
Eles fazem coisas diferentes. O Google alcança quem já está buscando a solução. O LinkedIn alcança quem tem o perfil certo, mesmo antes de buscar. Muitas estratégias B2B usam os dois.
Preciso ter uma página da empresa no LinkedIn para anunciar?
Sim. Os anúncios são publicados em nome de uma página da empresa, que também passa credibilidade para quem clica.